Não é segredo para ninguém que Neymar dedica parte de sua vida ao pôquer, jogo que ele é entusiasta há algum tempo. Após ser derrotado em um torneio em Las Vegas, nos Estados Unidos, durante o fim de semana, um ex-jogador expôs a rotina que o atleta do Santos leva nesta modalidade e como isso atrapalhou a carreira no futebol.

Mesmo com contrato profissional com a equipe paulista e tendo disputado a Copa do Mundo com a Seleção Brasileira, a vida de Neymar também tem muito de pôquer. Dessa forma, o analista de mercado financeiro Victor Garcia, que é ex-jogador profissional de pôquer, contou um pouco da rotina para as competições.

Campeão brasileiro de pôquer em 2010, na etapa de Curitiba, Victor garantiu que "Neymar hoje joga poker em nível profissional, e o poker foi um dos responsáveis por ele deixar de ser um jogador de futebol".

De acordo com ele, conhecido como "Toninho do Call" e "Tiozão do Posto", o motivo para o pôquer atrapalhar tanto a vida de Neymar no futebol é a rotina desgastante. "Exigência de horários com o jogo, madrugadas em claro e mente levada ao extremo", elencou.

O analista ainda relevou que é a escolha dele, mas ponderou. "(Ele) só deveria ser sincero", concluiu, em postagem realizada no X, antigo Twitter.

Neymar foi alvo de críticas por conta da participação no campeonato de pôquer em Las Vegas logo após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo, quando perdeu para a Noruega nas oitavas de final. O camisa 10 foi direto para as mini férias, que incluía participação no torneio, e virou chacota com (mais uma) derrota precoce.

Um dos momentos recuperados pela internet após a eliminação de Neymar do torneio foi a comemoração de 6 meses da filha Mavie, há dois anos. Enquanto os convidados cantavam parabéns para ela, Neymar a segurava com uma mão e, com o celular ao lado, jogava uma partida de pôquer online ao mesmo tempo, e chamou atenção dos internautas.

Um post compartilhado por Francês News (@francesnewsbr)

Participe do canal no Whatsapp e receba notícias em primeira mão!

Carlos Bahia é jornalista formado pela Universidade Federal da Bahia. Soteropolitano, ama a cidade e é fã de futebol, entretenimento e boas histórias