Sem palavras para definir o que é estar em um estádio e assistir a essa seleção francesa jogar futebol.

Lembra-me os bons e velhos tempos de seleção brasileira quando havia dentro de campo e no banco craques incríveis.

Hoje Didier Deschamps mudou o ataque tirando Désiré Doué e colocou como titular Bradley Barcola junto com Ousmane Dembélé, Michael Olise e Kylian Mbappé, e foi um espetáculo de primeira qualidade.

Quanta inteligência, movimentação, tabelas, toques rápidos e finalizações esse ataque faz.

Virou 1 a 0 com um golaço de Mbappé, além de duas bolas na trave, várias defesas do goleiro e outras tantas jogadas de cinema.

A bicicleta de Olise que bateu na trave e o chute de Dembélé no rebote que passou raspando o travessão foram uma obra de arte.

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É um espetáculo observar como jogam com leveza e quanta rapidez de raciocínio esse time tem do meio para frente.

Eles colocam o adversário na roda trocando passes verticais, indo para cima.

A Suécia saiu no lucro ao perder por apenas 1 a 0 o primeiro tempo, porque poderia ter sofrido seis ou sete gols, sem nenhum exagero.

Fico olhando e não acredito como eles arrumam espaços para tocar a bola, como Olise para mais um gol da França, dessa vez de Barcola, que ninguém vê e, de repente, tem alguém na cara do gol.

A França matou o jogo dessa segunda fase aos 53 minutos do segundo tempo.

Olise é o melhor jogador desta Copa do Mundo até o momento, porque não são os gols que definem o melhor, mas a bola que ele está jogando — e ninguém está como ele, nem Messi!

No segundo tempo, ele desfilou em campo tocando, driblando, dando assistências e comandando o toque de bola francês.

Nesse jogo contra a Suécia, a exibição de Olise foi de gala e simplesmente irretocável.

Sem contar a enfiada de bola que esse "gênio" chamado Olise deu para o segundo gol de Mbappé, que agora é o maior artilheiro em mata-mata de Copa do Mundo com nove gols.

Ele estava empatado com dois brasileiros geniais, Leônidas da Silva e Ronaldo Fenômeno, com sete gols, além de ter alcançado Lionel Messi como artilheiro da Copa até agora com seis gols, repetindo a disputa de 2022, no Catar.

Mais de 80 mil pessoas aplaudiram de pé quando Kylian Mbappé deixou o campo depois de mais uma partidaça de sua parte.

Estar aqui no estádio e apreciar esse espetáculo francês foi um privilégio.

Como curiosidade, todas as seleções do Grupo F, definido como o "grupo da morte", já foram eliminadas e voltaram para casa