Amanhã (12), o Ivinhema FC retorna a campo para buscar virada sobre o clube alagoano ASA. Válido pela terceira fase da Série D do Campeonato Brasileiro, a partida é o segundo confronto entre os times e definirá quem avança para as oitavas de final.
Para o time sul-mato-grossense, a vitória com dois gols de diferença no placar para conseguir classificação direta é o melhor dos cenários. Em caso de vitória com apenas um gol de diferença, o clube ainda tenta a classificação nos pênaltis. Se empatar, dá adeus a competição.
Apenas a vitória serve porque no jogo de ida, que aconteceu em casa, o Azulão do Vale perdeu de 2 a 1 para o ASA. Agora, na casa do Fantasma das Alagoas, no Estádio Coaracy Fonseca, também conhecido por Fumeirão, o Ivinhema precisa reverter o jogo.
A partida irá acontecer às 16h, no domingo, pelo horário de Mato Grosso do Sul, e para a equipe alagoana apenas um empate na partida garante sua classificação.
A participação do Azulão do Vale na série D do campeonato Brasileiro registra uma campanha histórica, visto que é a primeira vez que o clube chega à fase atual na competição.
Na primeira fase da competição, o Ivinhema teve apenas duas vitórias, uma sobre o CRAC, de Goiás e sobre o Galo da Massa sul-mato-grsossense, o Operário-MS. No restante dos jogos dessa fase foram quatro derrotas e quatro empates.
Na segunda fase, o clube derrotou a equipe mineira Democrata-GV, por 3 a 1 no jogo de ida, que aconteceu no Saraivão e segurou um empate de 1 a 1, no jogo de volta, na casa do clube mineiro.
Agora na terceira fase, o Azulão do Vale perdeu o primeiro jogo em casa para a equipe da Agremiação Sportiva Arapiraquense, o ASA pelo placar de 2 a 1.
No próximo domingo, o Ivinhema entra em campo no Fumeirão, com a necessidade de reverter a situação com uma vitória.
O vencedor do placar agregado classifica para as oitavas de finais do campeonato.
A segunda semifinal da Copa do Mundo começa a ser decidida na tarde deste sábado, às 17h (de MS), no Hard Rock Stadium, em Miami, nos Estados Unidos, com o confronto entre Noruega e Inglaterra pelas quartas de final.
A partida coloca frente a frente dois dos maiores centroavantes da atualidade: Erling Haaland, algoz do Brasil nas oitavas e autor de sete gols no torneio, e Harry Kane, capitão inglês que soma seis gols e uma assistência na campanha inglesa e impressionantes 73 gols, até agora, na temporada.
De um lado, a Noruega está na sua melhor campanha da história em Copas do Mundo, nunca havia passado das oitavas e, após 28 anos sem jogar a competição, eliminou a Costa do Marfim e o Brasil no mata-mata e alcançou as quartas de final pela primeira vez.
Já a Inglaterra chega pela terceira vez consecutiva às quartas, depois de superar a República Democrática do Congo e o México em sua casa. Os ingleses, que só venceram em 1966, buscam o segundo título mundial.
Em confrontos diretos, o equilíbrio é total: uma vitória e um gol para cada lado. Eles se enfrentaram, porém, apenas duas vezes, em 2023, quando Harry Kane ainda jogava no Campeonato Inglês. Por seleções, nunca se encararam.
A imposição física e a artilharia de Haaland preocupam os defensores ingleses. Em entrevista, Morgan Rogers resume a pergunta que ecoa pelo mundo do futebol: “Alguém já conseguiu parar Erling Haaland?”
“Não tenho certeza se eles conseguiram, mas vamos ter de tentar”, reflete o meio-campista do Aston Villa, que saiu do banco contra o México para reforçar o esforço defensivo que garantiu a vitória por 3 a 2 nas oitavas de final.
Inicialmente visto como uma alternativa a Jude Bellingham para a função de camisa 10, ele acabou atuando lado a lado com o companheiro, movidos por puro espírito de sacrifício, para assegurar o triunfo mesmo com um jogador a menos.
Rogers conhece bem Haaland, tendo o enfrentado diversas vezes no Campeonato Inglês, em que o atacante norueguês foi o artilheiro em três das últimas quatro temporadas.
O goleador, que marcou 27 vezes em 35 partidas na temporada 2025/2026, estendeu seu domínio à sua primeira participação em Copas do Mundo, acumulando sete gols em quatro jogos: dois contra o Iraque, outros dois contra o Senegal, um contra a Costa do Marfim na segunda fase e dois contra o Brasil nas oitavas de final