Hoje defendendo a camisa do Flamengo, o lateral-direito Emerson Royal já atuou pelo Barcelona em uma passagem relâmpago, em julho de 2021. À época, o defensor permaneceu no então endividado clube catalão por menos de um mês até ser vendido para o Tottenham, da Inglaterra, logo após ter sido contratado pelo Barça junto ao Real Betis, onde viveu os seus melhores tempos no futebol espanhol.

No time "verdiblanco", Royal apresentou boas atuações, que, inclusive, chamaram as atenções dos futuros companheiros de vestiário. O lateral revelou bastidores de uma situação ocorrida durante uma partida entre o Betis e o Barça, expondo certa "pressão" bem-humorada das lendas  Sergio Busquets e Jordi Alba. Tanto o volante como o lateral-esquerdo fizeram uma espécie de lobby para a chegada do brasileiro ao Barcelona, como revelou o atleta rubro-negro em entrevista ao podcast Pod Boa. 

Durante o bate-papo, Royal também avaliou as diferenças entre defender as cores do Barça e do Flamengo, e cravou: no time carioca é mais difícil. O lateral explicou: "Porque nós, brasileiros, temos essa característica de opinar mais. Lá fora, o futebol é lindo, maravilhoso e tudo mais. Mas o Brasil é o país do futebol, irmão. O extracampo não é tão forte como aqui. Em todo lugar, você consegue viver normalmente. Se perde um jogo, você vai para a rua, pode fazer qualquer coisa e está tudo normal. Aqui no Brasil é diferente.”.

Emerson Royal foi contratado pelo Fla em julho de 2025, com contrato até o fim de 2028. Ele chegou sendo comprado junto ao Milan, da Itália, em uma transferência de cerca de 9 milhões de euros (R$ 58 milhões) por parte de seus direitos econômicos.

Depois da dramática classificação nas quartas de final da Libertadores, contra o Estudiantes, o Flamengo se prepara para voltar a campo neste domingo, no último compromisso antes da pausa para os jogos da Data-Fifa. 

Às 18h30, o Rubro-Negro vai receber o RB Bragantino, pela 28ª rodada do  Campeonato Brasileiro,  querendo continuar na liderança da competição.

A Espanha se tornou campeã do mundo pela segunda vez na história com a sua marca registrada de jogar futebol. A final contra a Argentina foi a cereja do bolo de uma campanha autoral e quase impecável: a equipe de Luis de La Fuente, que levou apenas 1 gol em todo torneio, controlou a partida do início ao fim com a bola nos pés em 65% do tempo.  A conquista mostrou que o estilo de jogo desenvolvido na Espanha nunca saiu de moda.

Jornalista formado e apaixonado por futebol. Com experiência em redação, cobertura de eventos esportivos, incluindo entrevistas ao vivo e atuações como comentarista