Enfim chegou a hora da Ligue 1 começar. E o confronto de abertura desta edição será entre times que terminaram a temporada passada com sentimentos semelhantes. Olympique de Marseille e Strasbourg se enfrentam, na sexta-feira (21), às 15h45 (de Brasília), no estádio Velódrome.
É bem verdade que os próximos adversários ficaram separados por somente seis pontos e e três posições, no último Campeonato Francês. No entanto, nenhum deles conseguiu alcançar os objetivos estabelecidos dentro da mesma.
O Olympique até encerrou a competição nacional na frente da classificação. Só que não garantiu a vaga para Champions League, que era seu grande objetivo. Já o Strasbourg, que queria assegurar um lugar em torneio europeu, também não teve êxito na missão.
O clube esteve distante de passar por um 2025/26 tranquilo. Não foi por acaso que trocou de treinador no decorrer dele: Roberto de Zerbi foi demitido, dando lugar Habib Beye. No fim, entretanto, a mudança não surtiu o efeito esperado.
Isso ficou escancarado na decisão de apostar num novo nome, para ficar à frente da equipe. Bruno Genesio chegou. E com ele, o elenco passou por algumas importantes mudanças: Greenwood, Rulli e Aubameyang saíram; e chegaram Facundo Medina e Traorè.
Em clima de recomeço, o Marseille passou por uma pré-temporada de mais altos que baixos. É o que indica o retrospecto nos seis amistosos preparatórios. Isso porque venceu quatro e perdeu dois, tendo acumulado 12 bolas na rede a favor e sete contra — no período.
O clube viveu um 2025/26 de mudanças. Afinal, se viu obrigado a ir atrás de uma nova comissão técnica, com a saída de Liam Rosenior para o Chelsea. Gary O'Neil assumiu a função e até que conseguiu ter um aproveitamento razoável, de 55,5%, em 27 jogos (13V - 6E - 8D).
Apesar disso, a decisão foi pela troca de comando para atual temporada: Hugo Oliveira chegou, e já se deparou com diversas mudanças no elenco: Enciso, Ouattara, Penders e Barco saíram, enquanto Jorgensen, Giovanni Reyna e Jacobo Ortega foram contratados.
Ainda que seja necessário ter paciência, diante de um cenário de recomeço, os primeiros indícios do novo trabalho não são nada bons. Afinal, o retrospecto no testes foi tenebroso: foram cinco derrotas e um empate nos seis disputados, com seis gols marcados e 21 sofridos.