Se em Nova Jersey de futebol com F maiúsculo tivemos apenas Odegaard e Haaland na vitória norueguesa sobre a frágil Seleção Brasileira, na Cidade do México sobrou emoção.

O histórico Estádio Azteca testemunhou uma batalha entre mexicanos e ingleses de não se tirar os olhos dela.

O México, como era de se esperar, partiu com tudo logo no começo para tentar intimidar a Inglaterra que sofreu até equilibrar o jogo e, em dois minutos, com o monstruoso Jude Bellingham, fazer 2 a 0, aos 36 e 37 minutos.

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Parecia que o sonho mexicano estava sepultado, mas, aos 41, Quiñonez diminuiu e por muito pouco, ainda no primeiro tempo, o empate não aconteceu, com o Azteca ensandecido como os ingleses provavelmente jamais viram nos estádios europeus.

O segundo tempo começou nesse clima, os ingleses quase ampliaram, mas a bola bateu na trave e, em seguida, aos 11, Quansah foi expulso e deixou a Inglaterra com dez.

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No auge do entusiasmo da torcida, pênalti para Inglaterra valeu o 3 a 1 na cobrança de Harry Kane e a vida mexicana novamente se complicou.

Mas dez minutos depois foi a vez de Kane cometer pênalti e Raul Gimenez diminuir de novo: 3 a 2.

O clima era efervescente, os mexicanos catimbavam o que podiam e os ingleses buscavam manter a fleugma como se estivessem em Wembley.

Um gol mexicano, o do empate, provavelmente significaria a vaga nas quartas contra a Noruega, porque, na pior das hipóteses, seria muito difícil que os europeus resistissem na prorrogação.

Mas a infantaria inglesa defendia sua área como se fosse o Palácio de Buckingham.

O capitão Kane saiu aos 90 e ficava fora dos 11 minutos de acréscimos. Rogers o substituiu.

Bellingham despertava a ira do Azteca, tão gigantesca sua atuação.

Quinze finalizações mexicana, cinco no alvo, duas na rede.

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Diante de 80 mil torcedores, o México jogou como nunca e perdeu como sempre.

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