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A linha 2027 do Honda City já roda em testes no Brasil desde 2025, e agora finalmente tem data para chegar. De acordo com o Autoesporte, as concessionárias da fabricantes já foram avisadas de que o modelo renovado chega em breve — e deve pintar nos showrooms entre outubro e novembro deste ano.
Não se trata de uma nova geração, e sim de uma reestilização profunda que dará ao City uma identidade visual mais próxima do cupê Prelude: uma grade mais larga e baixa, para-choque redesenhado e faróis mais agressivos ligados por uma barra luminosa. O design, de forma geral, vai acompanhar o que o City já oferece na Ásia, mas não descarta-se a possibilidade de que a versão brasileira tenha mudanças sutis para melhor adequar-se às preferências locais.
Mecanicamente, o City não muda nada em relação ao que já se vê nas ruas. Será mantido o motor 1.5 aspirado com sistema de injeção direta, desenvolvendo 126 cv e 15,5/15,8 kgfm de torque (gasolina/etanol). Da mesma forma, o câmbio CVT com sete marchas simuladas continuará sendo a única opção.
Nos mercados asiáticos existe uma opção híbrida plena, a e:EV, que tem dois motores elétricos mais um motor 1.5 de ciclo Atkinson para entregar os mesmos 126 cv, porém com capacidade para superar os 25 km/l. Este conjunto está previsto para o Brasil, mas não no City: ele deverá vir sob o capô do HR-V de nova geração, cuja estreia, por ora, está programada para algum momento de 2028.
A Honda obviamente não falou em preços para o novo City. Atualmente tanto o sedã quanto o hatchback partem de R$ 117.500 na versão de entrada LX. No topo da gama estão o City Touring sedã, que custa R$ 153.200; e a variante Touring Sport do City hatchback, que sai por R$ 155.300 e tem como diferencial o estilo mais esportivo.
Considerando que a renovação do City será, em essência, uma atualização estética, não há razão para um reajuste muito drástico nos preços. (Dalmo Hernandes)
Em vez de muscle cars, hoje em dia temos muscle trucks — o que é quase tão bom quanto, convenhamos. A mais recente novidade dessa leva é a Ram 1500 Rumble Bee, que tem nada menos que três opções de motor V8, aspirados e com supercharger. Anunciada há algumas semanas, a linha chega as concessionárias dos EUA entre o fim de 2026 e o início de 2027. Mas quem não aguentar esperar (e tiver bala na agulha) vai poder tentar a sorte no leilão da primeira de todas as Rumble Bee SRT.
A picape será leiloada em 11 de setembro durante o Las Vegas Auction da Barret Jackson, que obviamente será realizado em Las Vegas, e o valor arrecadado será revertido para instituições beneficentes.
A picape em questão é a variante SRT, que conta com o icônico V8 Hellcat no cofre. Originalmente o motor de 6,2 litros com supercharger entrega 788 cv e 93,9 kgfm de torque. Contudo, como se trata de um exemplar de importância histórica, a Ram decidiu dar a ele o pacote Direct Connection, que conta com um compressor de maior deslocamento e eleva a potência para “mais de 900 cv” (o número exato ainda não foi divulgado). A carroceria recebeu uma pintura especial em dois tons: a metade inferior da carroceria na cor preto Diamond Black, e a parte de cima em vermelho Molten Red — ambas com acabamento perolizado Crystal Pearl-Coat. Além disso, a picape traz grafismos em vermelho nas laterais, faixa preta no capô e o emblema “RAM” na grade em vermelho.
Dito isso, a melhor parte vem agora: além da Rumble Bee SRT, o comprador levará totalmente de grátis uma Ram 1500 SRT-10 2005 — sim, a versão que tomava emprestado o motor V10 do Dodge Viper. Cusomizada pela oficina RealTruck, a picape ganhou um esquema de pintura amarelo e preto (que combinaria mais com a Rumble Bee, mas não vamos nos apegar a esses detalhes fúteis) e grafismos inspirados no Viper nas laterais.
O motor V10 de 8,3 litros entrega 507 cv e 72,5 kgfm de torque. Sim, são números consideravelmente menores que os extraídos do V8 supercharged usado pela picape atual, mas estamos falando de duas décadas atrás — era força mais que suficiente para garantir à Ram 1500 SRT-10 o título de picape mais veloz do mundo na época do lançamento. Mais especificamente, ela vai de zero a 100 km/h na casa dos cinco segundos, com velocidade máxima de 248 km/h. (Dalmo Hernandes)
Uma das principais críticas ao sistema de pedágio free flow, adotado a partir de 2023 nas principais rodovias brasileiras, tem a ver com a inconsistência nas cobranças — tanto na hora de pagar a tarifa pelo aplicativo, quanto no momento de recorrer às cobranças indevidas. Agora, em um esforço para facilitar a vida dos motoristas, o aplicativo CNH do Brasil (antigo CNH Digital) passa a centralizar as informações e a consulta das passagens pelos pórticos eletrônicos de todo o país.
Dessa forma, pelo app é possível consultar débitos pendentes, o histórico completo de passagens registradas e o detalhamento das viagens realizadas em rodovias federais, estaduais e distritais. A nova funcionalidade reúne todos os dados de circulação, informando a concessionária responsável por cada trecho, a data do registro, o valor devido e a situação cadastral da tarifa, além de disponibilizar o link que direciona o usuário ao canal oficial de pagamento de cada operadora.
Para acessar o recurso, o condutor deve abrir o aplicativo CNH do Brasil, selecionar a aba “Veículos” e clicar na opção “Pedágio eletrônico”. Na plataforma, o histórico das viagens fica registrado por até cinco anos. É importante observar, porém, que a CNH do Brasil não realiza a cobrança diretamente, atuando como um canal centralizado de notificação e consulta que emite alertas ao motorista sobre os débitos e lembra sobre o prazo de até 30 dias para a quitação da tarifa.
A novidade chega durante o período de transição regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e pelo Ministério dos Transportes, válido até 16 de novembro de 2026. Nessa janela de 200 dias para regularização de débitos, novos autos de infração e pontos no prontuário por atraso no free flow estão suspensos. Como resultado desse incentivo à quitação, mais de 1,32 milhão de multas já foram canceladas após os motoristas regularizarem as tarifas pendentes. Quem já havia quitado a multa de trânsito antes da regra também pode solicitar o ressarcimento do valor junto ao órgão autuador, desde que pague o pedágio devido até o término da transição.
A partir de 17 de novembro de 2026, com o encerramento da fase transitória, a fiscalização ordinária voltará a ser aplicada integralmente para os casos de não pagamento. (Dalmo Hernandes)
Já faz anos que os superesportivos e hipercarros quebraram a barreira dos 1.000 cv, e alguns levam menos de dois segundos para ir de zero a 100 km/h. Já falamos sobre isso antes — em termos de potência e desempenho bruto, eles não têm mais para onde ir.
A próxima barreira, portanto, é aerodinâmica — e a Ferrari parece disposta a desafiá-la, também. É o que mostra o mais recente registro de patente da fabricante italiana no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO), que revela um novo sistema de aerodinâmica ativa.