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Dos mamilos de Carlos Alcaraz ao vento à trave que caiu na cabeça de um guarda-redes na Colômbia, sobra ainda espaço para o bis do filho de Ronald Koeman e o cheiro a canábis no US Open.

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Eu acho que não se falava tanto num mamilo desde o Nipple Gate, que envolveu a Janet Jackson na atuação do intervalo do Super Bowl.

Investigue-se. Justin Timberlake, na altura, teve aquele gesto que deixou à mostra mais do que deveria e houve uma grande polêmica. Agora a polêmica é menor, porque se trata de um mamilo do Carlos Alcaraz, o tenista espanhol que apresentou um novo look, não só com um novo penteado no Open dos Estados Unidos, mas também com uma nova indumentária. E essa indumentária deixou à mostra os mamilos e uma antiga finalista do Wimbledon.

Demasiado cava. Tanto que ontem, no jogo dos oitavos de final contra Tommy Paul, ele já usou uma nova camisola, também manga cava, mas que não deixava à mostra os mamilos. E isto gerou alguma polêmica, porque Eugenie Bouchard, finalista do Wimbledon em 2014, uma tenista canadiana, nas redes sociais não fez uma crítica, isso foi em tom de brincadeira. Foi mais piada. Algumas pessoas demoram a perceber, como tu dizias há pouco, Paulo, às vezes nem toda a gente tem o mesmo sentido de humor, nem a mesma rapidez a perceber as piadas. Ela partilhou nas redes sociais uma imagem de Carlos Alcaraz no Open dos Estados Unidos e disse: "Tapa os mamilos, se faz favor, se não te importas." E Carlos Alcaraz, muito obediente, neste jogo contra Tommy Paul.

Durante todo o jogo, é verdade. Foi o que ela disse: "Mamilos de fora durante todo o jogo. Tapa os mamilos, se faz favor." Parece que seguiu a recomendação. Já teve aqui uma indumentária mais púdica, por assim dizer.

Só sem o Wimbledon não havia dessas brincadeiras.

Em Wimbledon, essa é outra das polêmicas do momento. É com o ambiente que se vive no Open dos Estados Unidos, com o cheiro a erva, e não é erva cortada.

Muitos jogadores têm-se queixado e, ao contrário do que acontecia anteriormente, agora os espectadores podem movimentar-se nas bancadas enquanto o ponto está a decorrer.

Durante o ponto, que é uma coisa estranhíssima de se ver nas imagens.

Antigamente, só podiam, e aliás, noutros torneios, como o do Wimbledon, só podem deslocar-se nas bancadas quando há mudança de campo.

Agora, no Open dos Estados Unidos, mesmo os jogadores que estão a jogar, estão a disputar o ponto e há pessoas de um lado para outro nas bancadas. O ruído também é enorme.

Aliás, até agora os jogadores paravam e não serviam enquanto houvesse uma pessoa em pé no campo de visão deles.

No Roland-Garros, assisti a um jogo em que isso aconteceu, em que o jogador parou à espera que a multidão se acalmasse.

Mas nos Estados Unidos, bastava haver uma pessoa ou duas ainda a caminho do lugar.

No cinema também devia ser assim. Só arrancava quando estivesse tudo sentado.

Mas estamos nos Estados Unidos. O Open dos Estados Unidos é conhecido por ser o mais ruidoso dos Grand Slams, mas agora está a chegar a um nível em que muitos jogadores o classificam como um circo ou um jardim zoológico. E vamos ver se vai haver mudanças ou não. Há quem diga que isto é a identidade do próprio torneio.

Têm, claro. Se eles fizerem fica pé, vão conseguir.

Tem acontecido noutros temas, nomeadamente no Equal Pay. Nos prêmios iguais para homens e mulheres