O técnico da Noruega, Stale Solbakken, falou o que a vitória sobre o Brasil - que garantiu a classificação para as quartas de final da Copa do Mundo - representou para seu país. Ele exaltou os jogadores do time e o momento especial que toda a Noruega está vivendo.

"Muito feliz, todo mundo foi excelente nessa que foi a maior noite da história do futebol norueguês. Todos usaram a bola da melhor forma, ninguém tentou fazer algo diferente do que combinamos. Todos fizeram um trabalho muito bom", disse.

O técnico elogiou ainda Erling Haaland, que marcou dois gols na partida e é um dos destaques da Copa do Mundo ao figurar no topo da lista da artilharia com 7 gols ao lado de Messi e Mbappé.

Ancelotti sempre foi menos bobo do que foi na Copa

"Erling é o artilheiro e fez um jogo muito bom, muito ativo e também jogou de forma muito física. A condição física dele é muito boa, difícil para os zagueiros brasileiros o deterem", afirmou o comandante que ainda foi perguntado sobre até onde a Noruega pode chegar ao Mundial.

"Até onde pode chegar, não sei. Estamos entre as oito melhores seleções. É esperar para ver", disse sobre o time que agora vai enfrentar o vencedor de México e Inglaterra, que se enfrentam neste domingo.

Stale Solbakken fez mais avaliações sobre o duelo contra o Brasil. Ele disse que, desde o início, o plano era ter mais posse de bola que o adversário.

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"Esse era o plano desde o início, manter a posse de bola. Eu queria ter saídas com progressão devagar", disse. "Quando o Brasil retoma a posse, são muito rápidos e, quando trazem a bola, são muito bons nos cruzamentos, sempre têm Bruno Guimarães na área e fazem o gol. Por isso era bom manter a posse de bola", completou

Por fim, ele ainda falou sobre o que pensou quando Ancelotti colocou Neymar em campo aos 22 minutos do segundo tempo, no momento em que o jogo ainda estava empatado por 0 a 0.

"Pensei que eles tinham um fator diferente, alguém que ia atrás da bola com muito talento, uma espécie de aposta do lado deles. Ele e Vini Jr. são os jogadores mais ativos contra a zaga, mas também capazes de fazer mágica. Cabia a nós não perder a bola em situações bobas. Estávamos meio com medo de perder a posse de bola e eles esperando para fazer algo. É como jogo de xadrez", finalizou.

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